Geração distribuída ou mercado livre de energia: qual escolher?

Optar por uma ou outra modalidade envolve diversos aspectos, sendo necessária uma correta e profunda avaliação das suas necessidades.

Quando os interessados começam a pesquisar e estudar mais a fundo sobre Energia Solar Fotovoltaica, logo surge a dúvida com relação à qual optar: Geração Distribuída ou Mercado Livre de Energia.

Neste artigo falaremos sobre o que são e como funcionam estas duas modalidades de compra e venda de energia, apontando diferenças, vantagens e auxiliando o leitor em sua escolha.

O que é mercado livre de energia?

O mercado livre de energia surgiu na segunda metade da década de 1990, como opção para os comercializadores, geradores e consumidores de energia que estavam em busca de novas vantagens financeiras em relação a seus investimentos e gastos em energia elétrica.

Também como alternativa para aqueles que, por variados motivos, não podiam participar do mercado regular de energia (mercado cativo).

De forma simplificada, podemos dizer que o mercado livre de energia é como um ambiente para comércio (fornecimento e consumo) de energia elétrica de forma autônoma em relação às grandes concessionárias.

As negociações e contratos realizados nesse mercado, bem como as cotações para compra e venda, são regulamentadas pela CCEE – Câmara de Comércio de Energia Livre, e apenas agentes cadastrados podem participar.

Os “agentes” podem ser de variadas categorias, desde consumidores até geradores, passando pelos comercializadores e outras possibilidades.

No mercado livre, muito embora o consumidor possa contratar sua energia em locais alternativos à concessionária de sua região, ainda assim a distribuição final desta energia ficará à cargo dessa concessionária.

Ou seja, compra-se a energia de outro gerador, de uma usina do mercado livre, porém o transporte/entrega será operado pela concessionária local, com esse serviço constando de contrato em separado.

A grande vantagem do mercado livre de energia é o preço. Os agentes especiais, por exemplo, recebem incentivos e subsídios do governo para contratação deste tipo de modalidade, tornando-se muito mais barata do que a energia gerada e cobrada pelas concessionárias do mercado cativo.

E a geração distribuída?

A geração distribuída, por sua vez, é mais recente: foi aprovada pela ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica em 2012, sendo um modelo inovador de negócio. Nessa modalidade, o próprio usuário final é, também, o produtor de sua eletricidade.

Surge como opção para empresas que não atingem os limites de geração necessários para participar do mercado livre de energia, mas que neste novo formato conseguem alcançar grandes benefícios.

Com a popularização e barateamento dos sistemas de energia solar fotovoltaica, a geração distribuída traz a grande vantagem de estar diretamente relacionada à sustentabilidade e à diminuição dos custos com transmissão de energia, uma vez que, sua produção é realizada próxima ao local de consumo.

Geração distribuída ou mercado livre de energia?

Assim, partindo-se do que já vimos sobre geração distribuída e mercado livre de energia, percebe-se que optar por uma ou outra modalidade envolve diversos aspectos, sendo necessária uma correta e profunda avaliação das suas necessidades (enquanto consumidor final industrial, residencial ou comercial) e objetivos.

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